Leiam pf e tirem as V. conclusões acerca das mentiras que os políticos nos andam a contar há montes de anos. Se calhar a diferença e o atraso do nosso país em relação aos restantes da Comunidade Europeia (CE) é ainda maior do que era em 1986, quando passamos a fazer parte da então C.E.E (Comunidade Económica Europeia). Contudo esses Senhores (políticos), suas famílias e protegidos não têm deixado de enriquecer e de “gozar” à nossa custa. Há cada vez mais “boys” e “girls”, já agora, e quanto à distribuição dispare de riqueza, só se encontra paralelo nos países considerados do 3.º Mundo (pergunto se o nosso país não estará já nesse grupo…). Com um pouco de azar, caminhamos a passos largos para nos tornar-mos na “República dos Envelopes” Europeia…sim, porque aqui em Portugal tanto faz ter a 4.ª Classe ou o 12.º Ano. Se não tivermos bons “padrinhos” estamos destinados a pouco mais de serventes, independentemente das nossas habilitações, conhecimentos ou experiência profissional, o próprio cadastro de cada um não interessa para nada, pois se há um “amigo” que o tem, isso é indiferente, porque ele é automaticamente escolhido para um lugar para o qual não tem experiência, habilitações, ou conhecimentos, uma vez que “ninguém nasce ensinado” quando convêm. Contudo, se não se é “amigo”, tem que se saber tudo e mais alguma coisa, andar de “cara alegre” e suportar todos os abusos possíveis e imaginários de gente que por vezes é uma vergonha e que não serve para nada, mas cuja opinião pesa sempre mais que o nosso valor na hora de se ficar ou não numa empresa, independentemente de termos aí um “emprego” ou mesmo um “trabalho”.Se se quer ir a algum lado nesta terra, temos quase que ser “capachos humanos”, fazer o “pino” se necessário, e esperar que no dia em que tomam a decisão acerca do nosso futuro, as suas/seus “amantes”, “amigos”, ou “família”, ainda que de conduta pouco menos que duvidosa, estejam bem dispostos e lhes agrade a nossa cara nesse dia, caso contrário estamos condenados a “secar” eternamente na “prateleira”, saltando de emprego em emprego, nunca tendo um pingo de estabilidade que nos permita ter uma vida condigna e decente. Infelizmente já conheci várias empresas, muitas das quais nem pagam o que devem, muito menos a tempo e horas, quanto mais nos proporcionam uma “carreira”. Sim, porque em Portugal ter uma vida estável não está ao alcance da grande maioria das pessoas, mesmo que sejam honestas (coisa que já vai escasseando), empenhadas, profissionais (coisa também rara aqui no “Burgo”), educadas, correctas, etc., etc. E claro, o facto de alguém ser drogado, bêbado, cadastrado, irresponsável, malcriado, entre outros defeitos, só entra em linha de conta se não somos “da corda”. Caso contrário, isso é pormenor de somenos importância, criando inclusive embaraço a quem não o é, mas que sabe que um determinado “protegido” o é, pois nesse caso concreto, mesmo que a pessoa não “dê com a língua nos dentes”, está em “maus lençóis”, pois esse outro sente-se quase sempre desconfortável e quem “paga a factura” é quase sempre o que é honesto e não sofre de nenhum desses problemas, mas que teve o “azar” de andar na rua e de ver ou saber disso. A partir daí a sua posição está em perigo, pois neste país quem paga os erros é quem infelizmente não pertence a ninguém importante, mesmo que nunca os tenha cometido em toda a sua vida.Muito obrigado pela atenção, a todos aqueles que conseguiram ler até ao fim. El Mattoso
Leiam pf e tirem as V. conclusões acerca das mentiras que os políticos nos andam a contar há montes de anos.
ResponderEliminarSe calhar a diferença e o atraso do nosso país em relação aos restantes da Comunidade Europeia (CE) é ainda maior do que era em 1986, quando passamos a fazer parte da então C.E.E (Comunidade Económica Europeia).
Contudo esses Senhores (políticos), suas famílias e protegidos não têm deixado de enriquecer e de “gozar” à nossa custa. Há cada vez mais “boys” e “girls”, já agora, e quanto à distribuição dispare de riqueza, só se encontra paralelo nos países considerados do 3.º Mundo (pergunto se o nosso país não estará já nesse grupo…).
Com um pouco de azar, caminhamos a passos largos para nos tornar-mos na “República dos Envelopes” Europeia…sim, porque aqui em Portugal tanto faz ter a 4.ª Classe ou o 12.º Ano. Se não tivermos bons “padrinhos” estamos destinados a pouco mais de serventes, independentemente das nossas habilitações, conhecimentos ou experiência profissional, o próprio cadastro de cada um não interessa para nada, pois se há um “amigo” que o tem, isso é indiferente, porque ele é automaticamente escolhido para um lugar para o qual não tem experiência, habilitações, ou conhecimentos, uma vez que “ninguém nasce ensinado” quando convêm.
Contudo, se não se é “amigo”, tem que se saber tudo e mais alguma coisa, andar de “cara alegre” e suportar todos os abusos possíveis e imaginários de gente que por vezes é uma vergonha e que não serve para nada, mas cuja opinião pesa sempre mais que o nosso valor na hora de se ficar ou não numa empresa, independentemente de termos aí um “emprego” ou mesmo um “trabalho”.Se se quer ir a algum lado nesta terra, temos quase que ser “capachos humanos”, fazer o “pino” se necessário, e esperar que no dia em que tomam a decisão acerca do nosso futuro, as suas/seus “amantes”, “amigos”, ou “família”, ainda que de conduta pouco menos que duvidosa, estejam bem dispostos e lhes agrade a nossa cara nesse dia, caso contrário estamos condenados a “secar” eternamente na “prateleira”, saltando de emprego em emprego, nunca tendo um pingo de estabilidade que nos permita ter uma vida condigna e decente.
Infelizmente já conheci várias empresas, muitas das quais nem pagam o que devem, muito menos a tempo e horas, quanto mais nos proporcionam uma “carreira”. Sim, porque em Portugal ter uma vida estável não está ao alcance da grande maioria das pessoas, mesmo que sejam honestas (coisa que já vai escasseando), empenhadas, profissionais (coisa também rara aqui no “Burgo”), educadas, correctas, etc., etc. E claro, o facto de alguém ser drogado, bêbado, cadastrado, irresponsável, malcriado, entre outros defeitos, só entra em linha de conta se não somos “da corda”.
Caso contrário, isso é pormenor de somenos importância, criando inclusive embaraço a quem não o é, mas que sabe que um determinado “protegido” o é, pois nesse caso concreto, mesmo que a pessoa não “dê com a língua nos dentes”, está em “maus lençóis”, pois esse outro sente-se quase sempre desconfortável e quem “paga a factura” é quase sempre o que é honesto e não sofre de nenhum desses problemas, mas que teve o “azar” de andar na rua e de ver ou saber disso. A partir daí a sua posição está em perigo, pois neste país quem paga os erros é quem infelizmente não pertence a ninguém importante, mesmo que nunca os tenha cometido em toda a sua vida.Muito obrigado pela atenção, a todos aqueles que conseguiram ler até ao fim.
El Mattoso